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SAINDO DO PADRONIZADO


Começar algo novo normalmente dá muita insegurança. E não foi diferente comigo, ao abrir meu Word e começar a pensar nesse post.


Na verdade, antes do Word, eu abri a Revista e comecei a passear por ela. “Vou ver o estilo de escrita dos outros colunistas, para ficar no mesmo padrão”, pensei eu.

Eu já tinha lido alguns posts, despretensiosamente, há uns meses atrás, quando conheci a Revista, mas dessa vez eu queria ler com olhos de quem faz parte do projeto, não com olhos de uma leitora.

Abri na edição mais atual e li umas três matérias, até me dar conta de que era o suficiente.

Suficiente no sentido de que eu não iria fazer nada igual, porque não era minha intenção e nem minha maneira de trabalhar.

Suficiente também porque, claro, os “jeitos” de escrever dos colunistas que li, eram diferentes entre si.

Casa de ferreiro espeto de pau? Parece que desta vez, sim! Porque, logo eu, que insisto tanto em ser autêntica, estava procurando padrões.

Rapidamente retomei a sanidade e aqui estou!

Meio insegura por ser caloura neste espaço, mas convicta de que quanto mais eu for eu mesma, mais facilmente passarei minha mensagem de individualidade.

Então, começo com um termo que acabei de criar: “Despadronizando” o padronizado.

Despadronizando a ideia de que revistas de moda ditam o que eu e você DEVEMOS vestir. Aceito, no máximo, que elas nos mostrem inspirações, que podem ou não ser adotadas por cada um de nós.

Despadronizando e tirando do dicionário o termo: “vestidinho preto é peça curinga”. Pense comigo: por que eu tenho que ter o tal, se esse item pouco ou nada tem a ver com meu estilo?


E é nessa quebra de paradigmas que vamos caminhar por aqui, ok?

Você me acompanha?

Então, até mês que vem!

Sil Rodrigues

#silrodrigues

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