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UMA ARTE QUE RENOVA


Qual o estilo de arte é capaz de fazer a gente viajar sem sair do lugar? Quem acerta a adivinha: o que é o que é que passa, repassa e a história nunca passa? É procurando a resposta que eu e pessoas de várias idades e profissões descobrimos, diariamente, a beleza de ser um contador de histórias.

Muita gente pergunta os motivos que levam um jornalista e blogueiro a querer tocar sua cadeira de rodas na direção de mais um desafio. Queria ir mais longe do que passar o tempo colocando no papel e na tela do computador o meu dia a dia. Era hora de criar uma linda união entre os livros e as imagens produzidas por eles no rosto e no sentimento, tanto do leitor, como também no meu. Não há momento mais lindo que ver uma lágrima emocionada, um aplauso, um sorriso, um abraço e aquele muito obrigado sincero de um público composto desde crianças até idosos.

Seja para melhorar algo na profissão, buscar novos rumos, se divertir ou acabar com o estresse da vida moderna, um ótimo remédio é encontrar gente nova, disposta a compartilhar experiências de mundo através da magia do desconhecido. Como é fascinante ver animais, fadas, flores e até o alfabeto de repente ganhar corpo e sentimento. É encantador perceber as letras ganharem asas e voarem felizes em direção à imaginação e ao coração de cada um de nós.

Ser um contador de histórias não é ser apenas um bom escritor. Não basta saber ler e falar bonito. É preciso arrancar da maleta objetos e sons com forças suficientes para moverem nossa máquina interna de produzir e multiplicar o bem. É por isso que contar histórias é uma fábrica de sonhos. Uma arte que renova a alma e faz de todo livro o guardião eterno da memória, das lembranças e fantasias. Afinal, em cada página que passa e repassa, o tempo congela e a história nunca passa.

Ricardo Albino

Revisão: Sílvio Carvalho


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