• Tendência Inclusiva

EDUCAÇÃO INCLUSIVA 2016


Segundo a Nova Lei Brasileira de Inclusão 13.146/2015, a partir de 2016 teremos no Brasil algumas alterações para a Educação Inclusiva, sendo importante que os responsáveis de cada Instituição Escolar saibam dos novos artigos e parágrafos, começando a fazer os possíveis ajustes, seja para a preparação e capacitação profissional, seja para acessibilidade do espaço físico, equipamentos e materiais didáticos, seja para os Planos de Cursos e de Aula.

Os Órgãos Públicos, como o MEC, também terão as suas responsabilidades para a melhoria da Educação destinada a TODOS, como “criar, desenvolver, implementar , incentivar, acompanhar e avaliar“ os itens (parágrafos) que estão no artigo 28, do Capítulo IV, do Direito à Educação. (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm).

A Família também tem a sua responsabilidade:

“É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação.” (Lei Brasileira de Inclusão 13.146/2015, Capítulo IV, artigo 27, parágrafo único).

Ou seja, temos em uma tríade os responsáveis para o bom desenvolvimento de todos:

Estado/Governo > Escola > Família

Podemos dizer que a pessoa também pode ser responsável para o seu próprio desenvolvimento, a partir do momento que ele já é responsável por si próprio, como em casos de adultos (com exceção de alguns casos, no qual é necessário tutores).

Podemos refletir que a educação, além de ser uma construção do conhecimento técnico, é a construção da pessoa em seu potencial geral, para a sua autonomia na vida, assim como para a preparação no mundo do trabalho, se sentir incluído em um grupo.

Além da escola, a educação inclusiva também pode ser usada em empresas, nas áreas de Desenvolvimento Humano, Desenvolvimento Corporativo, Treinamento & Desenvolvimento, Recursos Humanos em geral, porque é algo de mudança cultural para a quebra de ‘barreiras atitudinais’ (pensamentos e comportamentos que bloqueiam ou atrapalham a inclusão, desenvolvimento, autonomia e o relacionamento interpessoal e profissional da pessoa em questão).

No Brasil, grupos, empresas, instituições e escolas estão envolvidos para cada vez mais para caminharmos na inclusão e igualdade de direitos. É o que pretendemos informar nas próximas edições, acompanhando as atualidades, assim como dicas para a inclusão de qualidade, seja nas escolas, seja no ambiente corporativo.

Ao contrário do pensamento assistencialista, atuar para a Educação Inclusiva, é atuar para a Diversidade, seja para pessoas com deficiência, seja para quem tem dificuldades no aprendizado, seja para quem foi excluído socialmente, seja para todos que dela necessitam. Pode gerar incômodo para muitas pessoas, mas é um exercício para eliminar cada vez mais as barreiras atitudinais, abrindo o espaço para o diverso, a criatividade, aceitação do próximo e das ‘imperfeições’ e ‘limites’ de si próprio, tornando a sociedade mais humana e inovadora.

Que 2016 seja repleta de desenvolvimento e construção de aprendizado para todos!

Luciane Kadomoto


#lucianekadomoto

© Copyright Tendência Inclusiva  2014 / 2020