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LEANDRINHA DU ART


“Um dia feliz é quando alguém ri de mim ou para mim. Se eu conseguir fazer isso e passar minha mensagem já está ganho o meu dia”. Assim, Leandrinha, Du Art, militante das causas LGBTQs e mulher trans, iniciou esta conversa. Apesar da pouca idade, nossa pequena sereia demonstra maturidade em um bate papo divertido e muito cabeça sobre sexualidade, deficiência, aceitação do próprio corpo e quebra de paradigmas.

Leandrinha, conte-nos um pouco sobre a deficiência que possui, o que a ocasionou e quando se manifestou.

Eu tenho uma rara síndrome chamada Larsen, Síndrome de Larsen ou Artrogripose. Trata-se de uma rara desordem de origem genética, que normalmente afeta o desenvolvimento dos ossos e caracteriza-se pela ocorrência de luxações e deslocamentos ainda no útero. É um pouco complicado tentar explicar uma síndrome tão complexa como esta, mas em poucas palavras, é isso.

Com apenas 22 anos você já é referência para muita gente. Você tem noção de sua representatividade no meio LGBTQ e fora dele?

Um dia desses estava conversando com alguns amigos e, sim, cara! Eu sei quão grande é a minha luta. Sei o que passei a representar para essas pessoas, sejam elas LGBTQS, pdcs, mulheres cis, pessoas com baixa autoestima, etc. Eu sei que hoje digo coisas que podem mudar vidas, criar novos sentidos para as histórias de cada uma dessas pessoas e é bacana saber que as coisas que eu digo influencia a quem lê , assiste ou ouve.

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Leandrinha Du Art

Boteco da Diversidade - Foto: Tassio Lopes


Sílvio Cesar Carvalho é aquele tipo de cara que não gosta de rótulos. Como o mundo anda muito louco, às vezes acorda uma coisa, às vezes, outra. Às vezes príncipe, às vezes sapo. E às vezes, nem príncipe, nem Sapo. Mas, o mais importante, é que ele vive assim, plantando ternura pra colher sorrisos.

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