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SIM, ELES MERECEM RESPEITO E AÇÕES CONTRA OS MAUS TRATOS

É com muito entusiasmo e agradecimento, que retorno à Tendência Inclusiva, da visionária e altruísta editora chefe, Adriana Buzelin, que me fez o convite durante uma conversa que tivemos, onde relatei que sentia falta de escrever para a revista.


A Bio Tendência é uma paixão e minha dedicação aos temas que englobam, proteção animal, sustentabilidade, idéias criativas para salvar o planeta, dentre outros assuntos, será intensa, com muitas pesquisas e o enorme prazer de voltar a escrever para vocês.






Começo esta coluna, com uma imagem que considero uma das mais significativas em relação à conexão do ser humano com os animais. É linda, não é? Mas a realidade não é bem esta da foto.


Ainda não aprendemos a lidar com os outros seres que vivem no mesmo planeta que nós, ou melhor, não aprendemos o que é respeitar um ser vivo, que sente dor, frio, fome e solidão, assim como eu, assim como você.


Todos os dias ouvimos ou assistimos casos absurdos de maus tratos contra os animais. O que acontece de forma velada, é tão triste e monstruoso, que chegamos a sentir uma dor profunda quando se torna público e nos perguntamos: Porque? Até quando? Muitas vezes, os maus tratos acontecem na nossa cara, há filmagens e quem está perto, não faz nada.


Em contrapartida, existem aqueles, que mesmo sozinhos, fazem a diferença. Existem as ONGS de proteção, existem grupos e protetoras incríveis, que levantam a bandeira do respeito, do direito à vida e gritam pela falta de leis mais severas, pois a impunidade ainda impera. E quem maltrata, continua livre para agir novamente e quando quiser.


Um caso bem recente que nos deixou atordoados, foi o resgate de mais de 1500 animais vivendo em situação precária, muitos deles cegos e doentes. Tudo em nome da fábrica de filhotes, que movimenta o mercado pet. É o lucro acima da vida.




Imagem retirada da internet via Google

Parte do canil apreendido pela Polícia em SP, com mais de 1500 animais engaiolados


As cadelinhas são ‘’obrigadas’’ a terem filhotinhos lindos e fofos, sendo que elas vivem em uma gaiola sem luz, água, comida, remédios e depois são descartadas. Os primeiros filhotes vão para venda e a mamãe retorna, ou melhor, continua no cativeiro até ter outros filhotes, e outros e outros, até que não aguentam mais. Absurdamente, a fábrica funciona desta forma.


Estas notícias, que nos causam espanto ou revolta, circulam nas redes sociais e nos jornais. Divulgar e pressionar para que ocorram mudanças nas leis é o nosso papel, pois os animais não falam por si só, eles precisam de nós, precisam da voz dos humanos, que sentem compaixão, pois os que maltratam, ocultam o caos em que eles vivem.


Vamos postar em nossas redes sociais, cartazes solidários à causa, como o exemplo abaixo. Você pode fazer a diferença na vida de um animalzinho.





Que possamos ter a esperança de um mundo voltado para todos os seres vivos, afinal, fazemos parte do mesmo planeta.









Lícia Lima é Relações Públicas, Decoradora e Design de Móveis, fez teatro e é artesã. Realiza trabalho voluntário, como catequista, direcionado às crianças entre 8 e 12 anos. Amante da natureza e defensora dos animais, desenvolve suas matérias, na revista, sempre pensando em um melhor estilo de vida para as pessoas junto à natureza, sustentabilidade, proteção animal e maior consciência em relação ao planeta.


licia.bh@hotmail.com

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